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Segunda-feira, 20 de Novembro de 2006
SENIORES - Super eficácia.

Parque Desportivo Visconde do Vinhal em Touriz. 

 

Arbitro: João Paulo Silva

Auxiliares: Sérgio Pedro e Pedro Montez. Equipa do CA da AF Braga.

 

TOURIZENSE 0

Filipe; Xavier, João Pedro, Ivo e Silvestre; Moleiro e Gonçalo; André Fontes e Pedro Fontes; Sílvio e João Martins.

 

Substituições: Aos 34m, Moleiro por Rui Miguel; 58m, Silvestre por Eder; 70m, João Pedro por Ito.

Treinador: Drulovic

 

OLIVEIRA DO BAIRRO 3

Mário Júlio (4); Paulo Costa (4), José Carlos (3), Paulinho (4) e Hugo Justiça (3); Jean (2), Tó Miguel (3) e Carlos Miguel (3); Alexis (4), Luís Barreto (4) e Leandro (3).

 

Substituições: Aos 37m, Jean por Gabriel (3); 67m, Leandro por Dany (2); 81m, Carlos Miguel por Vitinha (3).

 Treinador: António Flávio

 

Ao intervalo: 0-2

 

Marcadores: Carlos Miguel (16m, g.p.), Luís Barreto (24m) e Vitinha (86m).

Disciplina: cartão amarelo a Jean (4m), José Carlos (13m), João Pedro (15m), Pedro Fontes (27m), Rui Miguel (43 e 52m), Ivo (54m), Leandro (62m), Paulinho (66m) e Xavier (90+2m). Vermelho, por acumulação, a Rui Miguel (52m).

 

O futebol é feito de eficácia, de golos e não da melhor equipa, daquela que cria mais oportunidades de golo, que pratica melhor futebol.

 

O Tourizense teve quinze minutos de forte pressão. Nesse período, os locais tiveram duas boas ocasiões para marcar, mas na primeira vez que o Oliveira do Bairro desceu à área contrária, ganhou um penalty e ficou em vantagem no marcador.

Voltaram a ripostar os donos da casa; Mário Júlio esteve brilhante a remate de André Fontes e, pouco depois, na segunda descida à área de Filipe, o Oliveira do Bairro voltava a facturar, e só não fez o terceiro porque a bola foi à barra.

No segundo tempo, o Tourizense cedo ficou em inferioridade numérica, e com menos um não teve o mesmo arcaboiço ofensivo. O Oliveira do Bairro controlou e ainda teve ensejo para fazer o terceiro golo, num jogo onde a sorte esteve do seu lado, mas o que ficou da exibição foi a tremenda eficácia.

Impondo um ritmo frenético ao jogo, feito de velocidade, constantes mudanças de flanco, muitos cruzamentos para a área, um meio campo móvel, o Tourizense nos primeiros quinze minutos asfixiou por completo o Oliveira do Bairro. Nesse período, valeu à equipa de Flávio a excelente prestação de Mário Júlio, porque no resto o conjunto bairradino apresentou-se muito encolhido no seu meio campo.

Com efeito, a equipa parecia órfã de qualquer coisa, mas num raio de luz, Luís Barreto entrou na área e João Pedro derrubou-o. Penalty, Carlos Miguel transformou-o e colocou ainda mais pressão nos locais que, dois minutos depois, viram André Fontes, na cara de Mário Júlio, falhar o empate, mas o mérito é todo do guarda-redes.

Seis minutos depois, Alexis trabalhou na direita, o centro de Paulo Costa e cabeçada fulminante de Luís Barreto para o segundo golo. Cem por cento de eficácia.

O Tourizense bem tentava, Drulovic tirou um trinco e colocou em campo mais um avançado, mudou também o sistema táctico, e na terceira vez que o Oliveira do Bairro desceu à área contrária, decerto que teve outro calafrio. Alexis cruzou e, Luís Barreto, à meia volta, enviou a bola à barra.

Previa-se, nos minutos iniciais, nova reacção do Tourizense. Ela de facto aconteceu, mas foi sol de pouca dura, porque Rui Miguel, ao ver o segundo amarelo e consequente expulsão, destapou em muito a manta à sua equipa, que com menos uma unidade não foi capaz de manter o mesmo ritmo da etapa inicial.

O jogo perdeu alguma qualidade, foi jogado a um ritmo mais pausado, o mais adequado para o Oliveira do Bairro, que sem grandes problemas foi controlando as operações.

Aos 65 minutos, Pedro Fontes, após trabalho individual, rematou à barra. Um golo nesta altura poderia mudar a fisionomia da partida, tal como o excelente golpe de rins de Mário Júlio a evitar o golo a Pedro Fontes.

Os minutos foram passando, os locais foram perdendo o gás, e cada vez era mais visível a segurança do Oliveira do Bairro no controlo do jogo.

Dúvidas não existiam, mas quem acreditava ainda num milagre, ele seria desfeito a poucos minutos do final da contenda, com Vitinha, num excelente pontapé, de pé esquerdo, após centro de Paulo Costa, a fazer o terceiro golo. A eficácia voltou a marcar pontos para o Oliveira do Bairro.

O árbitro bracarense podia ter sido mais rigoroso em termos disciplinares. Não o foi, mas teve o mérito de não interferir no resultado.

                                                                 

 



publicado por obsc às 14:35
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