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Terça-feira, 7 de Novembro de 2006
SENIORES - Sem Mácula

Sem mácula

 

 

 Estádio Municipal de Oliveira do Bairro.

 António Taia

 Auxiliares: Rodrigo Pereira e João Marques. Equipa do CA da AF Setúbal.

OLIVEIRA DO BAIRRO 2

Mário Júlio; Paulo Costa, José Carlos, Paulinho e Hugo Justiça; Jean, Tó Miguel e Carlos Miguel; Alexis, Luís Barreto e Leandro.

Substituições: Aos 71m, Leandro por Fábio; 85m, Jean por Dany; 90+2m, Alexis por Elton.

 Treinador: António Flávio

POMBAL 0

Douglas; Wilson, Rui Daniel, Gilmar e Castro; Petit, Sopas e Luís Afonso; Filipe, Xirola e Alex.

Substituições: Aos 46m, Sopas por Ciro; 46m, Luís Afonso por Ascenso; 60m, Xirola por Ruizito.

Treinador: João Pereira

Ao intervalo: 1-0

Marcadores: Luís Barreto (32m) e Paulo Costa (81m).

Disciplina: cartão amarelo a Gilmar (7m), Alexis (11m), Paulinho (48m), Ciro (51m), Jean (54m), Luís Barreto (65m), José Carlos (74m), Rui Daniel (80m) e Alex (82m).

 

Através de um futebol personalizado, o Oliveira do Bairro realizou uma primeira parte de luxo. Impondo um ritmo frenético, aliado a uma velocidade estonteante, rápidas transições defesa/ataque e pressão alta sobre o meio campo contrário, a equipa de António Flávio deu shou de bola nesse período. Marcou um golo, desperdiçou vários, viu o árbitro anular-lhe mal um golo e uma grande penalidade. O Pombal foi uma equipa amorfa, sem ideias, sem fio de jogo, foi para o intervalo encostado às cordas, mas no segundo tempo equilibrou a contenda, teve uma excelente ocasião para empatar, mas o melhor futebol do Oliveira do Bairro seria coroado com um grande golo de Paulo Costa, num jogo onde a tradição se manteve.

Foi uma primeira parte de sonho. A avalanche ofensiva do Oliveira do Bairro começou desde o primeiro segundo, com o seu futebol feito de processos simples a ser quase todo canalizado pelo lado direito, onde Paulo Costa e Alexis se entendiam às mil maravilhas. A dinâmica atacante dos Falcões podia ter dado os seus frutos aos quatro, mas o remate de Alexis passou ao lado do poste esquerdo da baliza de Douglas, tal como o livre à Camacho, com Paulo Costa atirar ao lado.

Aos 12 minutos o primeiro erro de António Taia. Numa disputa de bola entre Alexis e Gilmar, este derrubou o avançado bairradino. Penalty e segundo amarelo para o defesa pombalense.

Após uma dezena de minutos, livre de Carlos Miguel, com Tó Miguel a surgir de rompante dentro da área a empurrar para o fundo da baliza, mas o árbitro auxiliar anulou por eventual fora-de-jogo. Decisão errada.

O Pombal tentava adormecer o jogo, era lento a executar, e não mostrava argumentos para sair do seu meio campo.

Por tudo isto não foi de estranhar o golo do Oliveira do Bairro. Foi na sequência de um contra-ataque, com Leandro a correr pelo lado esquerdo, o centro e Luís Barreto a colocar a bola pelo buraco da agulha.

Era o corolário do futebol de grande qualidade praticado pelos donos da casa, que perto do intervalo tiveram mais uma ocasião através de Alexis.

Era previsível que o Oliveira do Bairro não fosse capaz de manter o mesmo ritmo no segundo tempo.

Na realidade assim aconteceu, mas também há que dar mérito ao Pombal. João Pereira, com duas substituições ao intervalo, equilibrou as contas a meio campo e a sua equipa foi mais consistente. O Oliveira do Bairro jogou então um futebol mais retraído, mas quando a conjuntura lhe era favorável, desceu à área contrária. Num desses lances, Gilmar, no chão, tocou a bola com a mão, penalty que o árbitro não assinalou.

Mas era o Pombal a equipa mais afoita e, aos 68 minutos, perdeu soberana oportunidade para empatar, só que, Ruizito, ao segundo poste, chegou atrasado ao centro de Filipe.

O Oliveira do Bairro voltou a reequilibrar a partida e, Paulo Costa, de livre directo, colocou a bola (bateu na barra e no poste) na gaveta. Um golo de bandeira, que gerou alguns protestos nos visitantes, se a bola tinha ou não ultrapassado totalmente a linha de baliza, mas o auxiliar João Marques apontou para o centro do terreno. Aqui acertou.

Por tudo o que já se escreveu, o trio de arbitragem realizou trabalho deficiente.

 Manuel Zappa



publicado por obsc às 11:34
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